Novos iMac?

Embora seja chover no molhado, também sou da opinião que veremos novos iMac nos próximos tempos. Mais uma vez, atiro a coisa para cima da WWDC, ou para um período próximo.

Por novos entendo modelos que sejam fisicamente distintos dos actuais. Ou seja, que não reflictam uma mera mudança de hardware, potenciada pelo lançamento do Santa Rosa.

Afinal de contas, o formato actual dos iMac tem já três anos e confesso que nunca o achei particularmente inspirado. Aquele espaço branco em baixo do ecrã dá cabo da coerência e equilíbrio do desenho. Já para não falar da espessura.

Tenho para mim que os novos iMac poderão representar também o fim dos monitores separados da Apple. Por vários motivos.

Por um lado acredito que seja possível do ponto de vista técnico desenhar um computador de secretária mais fino (se calhar com o adeus ao disco de 3.5″) e que frontalmente não necessite do inestético espaço em baixo. Se optarem por apenas renovar os modelos de 20″ e 24″, certamente que não necessitam desse espaço. Basta pensar que o Macbook Pro tem as mesmíssima configuração do iMac excepto quanto ao disco e à existência de bateria.

Por outro lado, o formato do iMac não sofre alterações significativas há três anos, quando foi lançado o iMac G5.

Depois há de ter em conta o desprezo a que a Apple votou os Cinema Display. Não são actualizados há demasiado tempo. Os tamanhos mantiveram-se idênticos. Apenas os preços baixaram (e pouco). Das duas uma, ou renovam fortemente a gama para a tornar apelativa ou a fundem com o iMac. Infelizmente não posso reclamar a paternidade da ideia (embora a tenha pensado ontem à noite) pois o InfiniteLoop é da mesma opinião.

Posso é dizer que a linha cinema display cada vez mais me faz lembrar o Powerbook 12″ em Outubro de 2005: Dos três modelos de Powerbook, foi o único a não ser actualizado e a levar com o machado na transição para os processadores intel.

Também as vendas dos Cinema Display não devem ser brilhantes. São caros, muito caros, comparativamente com a qualidade de imagem de modelos mais recentes levam uma sova e portanto só “casam” bem com uma linha de produtos Apple: os MacPro (que não serão a linha com maior expansão). Dependendo da utilização do dono de um MacPro, a opção por um TFT (Apple ou não Apple) pode ser uma má ideia.

E por fim, “black is the new black“. Nos produtos de consumo da Apple há diversos com opções em preto, nomeadamente os iPod e o MacBook.

Mais uma vez o bom senso deve operar nestas coisas e na minha bola de cristal vejo iMacs com um renovado design industrial (comendo o espaço dos Cinema Display) e novidades tecnológicas, cortesia da plataforma Santa Rosa.

Ou eventualmente, de uma passagem para processadores de desktop.

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